Mary Cunha,gosto de criar e recriar
- Reciclando Ideias
- Qualquer coisa que vejo vira arte... Tenho 60 anos,já nasci fazendo arte. Gosto de ensinar tudo que sei.Meu objetivo é lançar sementes para dar outros frutos. Dou aula de artesanato para "crianças " acima de 60 anos e tb para a comunidade.Fico feliz qdo eles aprendem.Isto é gratificante!
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Quero servir sempre.
UM SER VOLUNTARIO
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IRMÃOS SER VOLUNTARIO É UM DOM, UMA DÁDIVA DADA PELO NOSSO DEUS, O ALTISSIMO.
POIS SER VOLUNTÁRIO NÃO E FÁCIL, TEM QUE TER CORAGEM , AMOR , CARINHO, SER FIEL AOS SEUS PRINCÍPIOS, SER HONESTO, TRABALHADOR , BATALHADOR NAS CONQUISTAS .
SER VOLUNTÁRIO É LUTAR PELOS CARENTES, PELAS PESSOAS QUE NÃO TEM O QUE COMER O QUE BEBER O QUE VESTIR.
SER VOLUNTÁRIO É TER PACIENCIA NAS DORES DOS SEUS SEMELHANTES QUE SOFREM , QUE PEDEM AJUDA
PELOS SEUS VÍCIOS, POR NÃO TER ESTUDOS , POR NÃO TEREM EMPREGOS PARA SUSTENTAR A SUA FAMILIA .
O VOLUNTARIO TEM QUE AMAR O QUE FAZ , TEM QUE SER CARIDOSO, BONDOSO , AMOROSO, PIEDOSO , SER FRATERNO, UM VOLUNTARIO NÃO GANHA DINHEIRO, NEM DIVERSÃO, NEM ENTUSIASMO.
UM VOLUNTARIO GANHA CADA VEZ MAIS O AMOR DE DEUS , O AMOR DAS CRIANÇAS , DOS VELHOS DOS NESCESSITADOS, DOS MENOS DESPROVIDOS.
UM VOLUNTARIO SE VESTE DE PALHAÇO FAZ AS SUAS BRINCADEIRAS , MAS QUANDO CHEGA EM CASA CANSADO CHORA POR NÃO TER FEITO MAIS AINDA ,
UM VOLUNTARIA AMA , SOFRE ,CHORA E QUEM SEGURA OS SEUS CHOROS PARA NO OUTRO DIA CONTINUAR A SER VOLUNTARIO É A MÃO DO SENHOR JESUS É A MÃO DO NOSSO DEUS ALTISSIMO!
POIS PARA SER VOLUNTARIO TEM QUE SER FORTE CORAJOSO E AMAR A DEUS E SER AMADO POR ELE POIS ELE QUE TIRA OS SEUS PESADOS FARDOS PELAS ANGUSTIAS DOS NESCESSITADOS AMEM!!!
GRAÇA E PAZ A TODOS IRMÃOS !
VALTER COUTINHO (Transcrito da minha página do UBE-União dos Blogueiros Evangélicos)
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Nove motivos para você apostar na caminhada
Nove motivos para você apostar na caminhada
Apenas 15 minutos por dia (para quem não faz nenhuma atividade) já são suficientes para obter resultados
foto: Divulgação
Roque Luz
Imagine um exercício fácil e barato de se fazer. Não exige horário fixo nem experiência para iniciar... Se pensou na caminhada acertou! Pode ter certeza que apenas 15 minutos por dia (para quem não faz nenhuma atividade) já são suficientes para obter resultados. Para que você não deixe para amanhã o início das caminhadas separamos nove motivos para começar já!
1. Auxilia no tratamento da osteoporose
Enquanto você caminha o impacto dos seus pés no chão provoca estímulos nos ossos que favorece a absorção do cálcio. Dessa forma os ossos ficam mais resistentes à osteoporose. Mesmo quem já sofre desse mal terá o benefício de impedir o avanço da doença.
2. Reduz a pressão arterial
Estudos mostraram que 40 minutos de caminhada provoca uma ligeira queda na pressão arterial que pode durar até 24h após o exercício. Como a caminhada também ativa mais o coração você mantém a circulação do sangue eficiente, levando mais oxigênio para todas as células.
Por estimular os músculos da perna (panturrilha principalmente) a caminha melhora o retorno venoso, ou seja, seu coração vai precisar de um esforço menor para fazer o sangue voltar. Isso significa preservar a saúde do coração e aumentar a sua longevidade.
3. Combate a depressão
Caminhar, principalmente ao ar livre, faz o seu corpo produzir endorfina em grandes quantidades. Esse hormônio é responsável pela sensação de alegria e relaxamento e é uma substância chave no combate à depressão.
Por causa deste hormônio, caminhar pode se tornar em um círculo vicioso muito saudável. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, que te dará mais ânimo para ficar cada vez mais tempo caminhando.
4. Auxilia no controle do colesterol
A relação entre o exercício de caminhada e a diminuição da gordura no sangue, não tem muita novidade. A caminhada aumenta a parte boa do colesterol conhecida como HDL, evitando que a parte ruim dele fique depositada nas artérias do indivíduo, podendo causar enfermidades.
Segundo pesquisadores de uma Universidade Canadense, uma caminhada de apenas 60 minutos, pode ajudar a reduzir efeitos prejudiciais à saúde que um alimentação rica em gordura pode ter sobre o corpo humano. Essa atividade física consegue diminuir os níveis de lipídios em até 30%, de acordo com o estudo.
5. Melhora a qualidade do seu sono
A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.
Por gastar uma boa quantidade de energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte.
6. É uma forte aliada no controle do diabetes
Quando caminhamos o corpo produz mais insulina (substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo), já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.
À medida que vai aumentando a intensidade dos treinos nosso corpo pode reverter a resistência à insulina, um fator importante para desenvolver o diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.
7. Emagrece e equilibra o peso
Caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima do estoque de energias (gordura). Para tanto é necessário que faça uma caminhada vigorosa, aquela em que é difícil manter um conversa sem perder o fôlego.
Mas o benefício do emagrecimento vai mais além, pesquisadores comprovaram que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular.
8. Controla a vontade de comer
Pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, perceberam uma redução drástica na vontade de comer chocolate das pessoas que fizeram 15 minutos de caminhada. Aqueles que apenas tentaram resistir ao doce sem fazer exercícios tiveram mais dificuldade de conter a vontade de atacar o chocolate.
Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem a ansiedade, efeito este que faz muitas pessoas buscarem compulsivamente os doces.
9. Protege contra derrames e infartos
Quem caminha tem o coração mais protegido, pois ter uma pressão sanguínea menor é um fator de prevenção contra derrames e infarto. Lembrando que todos os itens acima (redução de peso, diminuição do estresse e melhora dos níveis de colesterol) são de suma importância para ter um coração saudável e com menos possibilidades de complicações.
Roque Luz é comentarista da Rádio CBN e escreve no Vida Saudável
Exercícios para o idoso
Antes de começar a fazer atividades físicas procure um médico e antes da consulta*:
Faça uma lista de perguntas, sintomas e dúvidas. Peça a alguém para lhe ajudar.
Quando for ao médico leve todos os remédios que toma, incluindo remédios comprados sem
receita médica, como aspirina, por exemplo, e pergunte se realmente precisa fazer uso deles.
Caso os exames pedidos não fiquem prontos em poucos dias pergunte o que deve fazer antes da
próxima consulta.
Caso precise tirar dúvidas posteriores pergunte a quem você deve recorrer.
Caso o médico sugira mudar seu estilo de vida, mudar a dieta, ou prescrever algum remédio
pergunte:
como estas mudanças lhe ajudarão a melhorar Sua Saúde;
o que poderá acontecer se você não seguir suas recomendações.
Caso o médico recomende a prática de exercícios ou atividades físicas pergunte:
o que ele entende por atividade física (ou exercício físico);
que tipo de atividade (andar, nadar, pedalar, ginástica etc) atenderá melhor suas necessidades;
quanto tempo você deverá fazê-la (quantas vezes por semana e duração diária da atividade);
se deverá usar calçados e roupas especiais;
se atividade deverá ser acompanhada por um professor de educação física;
se há na comunidade grupos de apoio para pessoas com problemas de saúde semelhantes ao
seu, e onde encontrá-los.
Caso você esteja tomando algum medicamento pergunte ao médico:
qual o melhor horário para tomá-lo em relação a sua rotina (horário de início e término)
escolhida para a prática da atividade física.
Para avaliar seu progresso pergunte ao seu médico:
se você deveria usar um kit de monitoramento de pressão para ver se está respondendo bem à
medicação e às atividades físicas;
se você não sentir nenhum progresso, discuta com seu médico e pergunte a razão de um
progresso tão pequeno.
* Extraído das sugestões da American Heart Association de como consultar um médico (fornecido pelo Dr. Cláudio Gil Araújo).
Fonte: Equipe de profissionais associados ao Centro de Estudos do Projeto IMMA, coordenados pelo Dr. Alfredo Faria Junior.
Quedas de pessoas idosas devem ser levadas a sério, diz especialista
Da Agência Brasil(cidades@eband.com.br)
As quedas de pessoas com mais de 60 anos assumiram dimensão de epidemia no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. No ano passado, o Sistema Único de Saúde (SUS) contabilizou R$ 57,6 milhões de gastos com internações de idosos – em 2006, o total foi de R$ 49 milhões.
As mulheres representaram a maioria de idosos internados em 2009, somando 20.778 contra 10.029. De acordo com a presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sílvia Pereira, elas ficam mais vulneráveis por causa da osteoporose – doença que atinge os ossos.
“As mulheres fraturam mais porque têm uma massa óssea menor, perdem muito osso depois da menopausa. Por volta dos 50 anos, há um declínio muito rápido por causa da perda do estrogênio”, explicou.
Causas
De acordo com a médica, as principais causas de queda entre pessoas acima dos 60 anos estão associadas a problemas de visão, problemas auditivos, uso de medicamentos e perda de musculatura – inclusive na planta do pé. Até mesmo defeitos na dentadura do idoso podem provocar tonturas.
Ela ressaltou que, por essa razão, pessoas mais velhas devem ir ao médico pelo menos uma vez ao ano. No caso de pacientes com pressão alta ou diabetes, as consultas devem ser ainda mais frequentes. O médico deve estar atento e perguntar sobre eventual queda já que, para o idoso ou mesmo a família, nem sempre isso parece ter importância.
“A queda é minimizada. As pessoas pensam que é normal, mas não é”, reforçou. Outra dica é checar o ambiente onde vive o idoso – se é bem iluminado e se há “armadilhas” como degraus, buracos, fios soltos ou brinquedos espalhados. É preciso atentar ainda para o tipo de calçado usado pelos mais velhos. “Eles gostam muito de chinelo, mas não pode. A sandália tem que ser fechada atrás, o calcanhar não pode estar solto”, explicou.
Riscos
A queda pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida do idoso, como dependência dos familiares, reclusão e depressão. Pode ainda levar à morte, em decorrência de problemas como traumatismo craniano, hemorragias e fraturas, sobretudo de fêmur.
Em 2009, o número de mortes provocadas apenas por fraturas de fêmur em idosos chegou a 1.478 em todo o país. Em 2005, a taxa foi de 1.304.
“Cirurgias em pessoas mais velhas têm mais risco, o pós-operatório pode apresentar problemas como pneumonia ou trombose. Isso tudo é o que a gente não quer. Queremos uma pessoa idosa saudável, ativa tanto na parte física quanto na intelectual”, afirmou Sílvia.
De acordo com a secretaria, os fatores que levam idosos a quedas estão relacionados principalmente à fraqueza dos membros inferiores, à pouca flexibilidade, à falta de equilíbrio e ao problemas de visão
domingo, 13 de fevereiro de 2011
“…Mesmo na velhice crescerão e darão frutos, serão fortes e cheios de vida. Serão uma prova viva de que o Senhor é fiel.” (Salmo 92:14 e 15.
Louve a Deus:
•Pelas pessoas que Ele tem posto na sua vida para o influenciarem, lembre-se delas e reconheça-as.
•Pela boa influência que você tem sido para outros.
(Genesis 17:1 Lucas 2:37 e II João 1:1)
“…Mesmo na velhice crescerão e darão frutos, serão fortes e cheios de vida. Serão uma prova viva de que o Senhor é fiel.” (Salmo 92:14 e 15.
Ao reconhecer que os idosos, para além do conforto físico digno, precisam do apoio efectivo e espiritual para atender aos seus anseios, as suas necessidades físicas e espirituais, ajudando-os a resolver os seus diversos desafios que esta fase da vida traz-lhes, é necessário completar a assistência corrente com um acompanhamento personalizado.
Também será desejável valorizar os seus talentos, podem representar um meio muito eficaz para ocupar o tempo e alegrar os momentos de solidão, desenvolver um ministério frutífero e de qualidade, especialmente na área da intercessão e do ensino, a providenciar os processos e meios necessários para evitar o abandono desses talentos e estimular o seu desenvolvimento, a procurar preservar ou recuperar tradições culturais, sociais e espirituais que esteja dentro dos padrões cristãos.
A Igreja deve constituir-se como um elemento de coesão entre os idosos e a família cristã, trazendo as partes interessadas a um ministério de bênção, tanto para a Igreja como para os idosos que fazem parte dela, ou fora dela, não perdendo de vista, que Deus tem preparado um ministério para todos, sem excepção de pessoas.
A Igreja deve apoiar e proporcionar encontros com a participação dos idosos, seus familiares e amigos, para motivar a intensificação e manutenção da harmonia entre gerações, conduzindo a uma maior ligação efectiva e espiritual entre todos os intervenientes.
Muitas são as personagens bíblicas que na velhice receberam de Deus tarefas especificas, cujo exemplo de missão, ainda hoje, serve-nos como inspiração.
Aos cristãos mais velhos, procurem desenvolver o vosso ministério e na disponibilidade das vossas forças. Cultivem a Leitura da Palavra de Deus e da Intercessão, verão com certeza, as bênçãos de Deus fluírem intensamente nas vossas vidas e não só.
Aos cristãos mais jovens, desafios para cultivarem a amizade e o apoio aos mais velhos, comungando a vida diária com eles.
Major R. Pestana
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Diálogo Aberto: Sexualidade na Terceira Idade
Alerta
Cresce número de pessoas com AIDS com mais de 50 anos no Brasil
Homens e mulheres na terceira idade estão fazendo sexo sem prevenção e se contaminando com o vírus
Por: Jo Tozzatti(Redatora Geral e correspondente do Portal em Marília, SP)
1º de dezembro foi o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. A data foi criada pela Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU, para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/AIDS. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas e no Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988.
A AIDS (na sigla em português: SIDA – Síndrome da Imunodeficiência* Adquirida) não atinge apenas os jovens, pois vem sendo registrado um aumento significativo da doença entre a população da terceira idade. Segundo dados do Ministério da Saúde, 2% da população acima de 60 anos são portadores do vírus HIV, o que significa que 5.500 idosos têm a doença no Brasil.
Homens e mulheres na terceira idade estão fazendo sexo sem prevenção e se contaminando com o vírus da AIDS. E não é só isso. Os números da doença em pessoas com mais de 50 anos crescem no país.
A nova geração de idosos que hoje já têm recursos para prolongar a qualidade de vida, acaba por aumentar também sua sexualidade, pois as pílulas azuis (Viagra) fazem grande sucesso. Se estão ativos para dançar, passear e estudar, também estão para namorar, mas ninguém pensa na vovó e no vovô fazendo sexo.
O homem mais velho tem mais dificuldade de aceitar o preservativo, porque ele associa isso à sua juventude, quando não se usava muito a camisinha e a AIDS ainda não existia. Outro fator importante é que ainda existe o tabu de se falar sobre sexo na terceira idade, seja pela mídia, pela família e até nos consultórios médicos, que devem estar atentos, pois uma das manifestações da AIDS na velhice é o quadro de Demência, ou postos de saúde onde uma orientação poderia ser feito sem preconceitos.
Preocupados com os resultados dessa pesquisa o Programa Nacional de DST/ AIDS e a Coordenação de Saúde do Idoso, ambos ligados ao Ministério da Saúde, firmaram uma parceria e elaboraram uma campanha que deverá ficar pronta no segundo semestre do ano que vem, e prevê ações que incentivam o uso do preservativo feminino e masculino, com distribuição gratuita em programas voltados para a terceira idade, bem como a inclusão do teste de HIV nos procedimentos feitos nessa faixa etária.
De 1980 a junho de 2009, foram registrados 544.846 casos de AIDS no Brasil. Durante esse período, 217.091 mortes ocorreram em decorrência da doença. Por ano, são notificados entre 33 mil e 35 mil novos casos de AIDS. Em relação ao HIV, a estimativa é de que existam 630 mil pessoas infectadas no país.
Fotos e ilustrações: divulgação
*Imunodeficiência (Dicionário Houaiss): diminuição congênita ou adquirida da imunidade do organismo
Distração aumenta com o envelhecimento
Impacto cerebral é o responsável por dificultar a capacidade de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo, diz estudo
19/04/2011 - por portal na categoria 'Velhices'
Distração aumenta com o envelhecimento e prejudica que idosos façam mais de uma tarefa ao mesmo tempo
A capacidade de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo cai à medida que o homem envelhece. Uma nova pesquisa aponta que o motivo pelo qual pessoas mais velhas têm mais dificuldade em alternar tarefas está nas redes neurais.
Lidar com múltiplas tarefas envolve a memória de curta duração, que define a capacidade de manter e manipular uma determinada informação em um período de tempo. Essa memória de trabalho é a base de todas as operações mentais, de decorar um número de telefone a digitá-lo em um aparelho, de manter o ritmo de uma conversa a conduzir funções complexas como raciocinar ou aprender.
“Os resultados do estudo sugerem que o impacto negativo das múltiplas tarefas na memória de trabalho não é necessariamente um problema com a memória, mas deriva de uma interação entre atenção e memória”, disse Adam Gazzaley, professor da Universidade da Califórnia em San Francisco, um dos autores do estudo que será publicado esta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
De acordo com o estudo, a dificuldade em realizar mais de uma tarefa em um mesmo período de tempo está no momento de alternar entre uma atividade e outra.
O problema fundamental não são as própria tarefas ou as interrupções, mas as distrações. A pesquisa indica que a capacidade do cérebro em ignorar informações irrelevantes cai com a idade e que isso impacta na memória de trabalho.
O estudo reforça que as “coisas da idade”, como costumam ser chamados episódios comuns de distração e esquecimento, têm um impacto maior em indivíduos mais velhos.
Métodos
Os pesquisadores compararam a memória funcional de jovens saudáveis (com idade média de 24,5 anos) e de idosos também saudáveis (com média de 69,1 anos) em testes envolvendo diversas tarefas simultâneras.
Por meio de imagens de ressonância magnética, analisaram o fluxo sanguíneo nos cérebros dos participantes de modo a tentar identificar as atividades de circuitos e redes neurais.
Os participantes tinham que observar uma determinada cena e fixá-la por 14,4 segundos. Durante o período, entrava uma interrupção, na forma da imagem de um rosto, e os voluntários tinham que determinar o sexo e a idade estimada da pessoa. Em seguida, tinham que lembrar a cena original.
Os mais velhos mostraram maior dificuldade em fixar a imagem original. Os exames de ressonância mostraram que quando os participantes eram interrompidos, o processo de fixação da memória dava lugar ao próprio processamento da interrupção.
Os mais jovens conseguiam restabelecer a conexão com a rede da memória após a interrupção, desligando-se da imagem que apareceu no meio do teste. Já os mais velhos, na média, tiveram dificuldade tanto para se desligar da interrupção como para restabelecer a rede neural associada com a memória da cena original.
“O impacto das distrações e das interrupções revela a fragilidade da memória de trabalho. Esse é um fato importante a se considerar, uma vez que vivemos em um meio em que cada vez há mais interferências e exigências, como o aumento na quantidade de dispositivos que transportam informação”, disse Gazzaley.
Fonte: Agência Fapesp
NUNCA É TARDE PARA APRENDER
NUNCA É TARDE PARA APRENDER.
Os avós hoje - Que podem fazer?
Ao falar dos avós, há que distinguir entre os avós mais velhos e os avós jovens. Estas são as pessoas que começam a ter netos sem idade para ser avós ou avôs. Aqueles são os que passam dos 70 anos (ainda que a idade não diga tudo).
Por isso, quando afirmamos que os avós têm, hoje, um importantíssimo papel a desempenhar, a quem nos referimos?, aos jovens ou aos mais velhos?
Entendemos que a todos, mas os papeis são diferentes, porque suas circunstâncias são diferentes.
Disse Deutsch:
As empresas japonesas vêem com desagrado que na América o termo "velho" não seja sinônimo de "sábio".
O ANCIÃO, NO APOCALIPSE, É UM HOMEM CHEIO DE FORÇA
Nesta terra, melhor é homem de forças esgotadas, mas com juventude acumulada em sua experiência e em seu coração, se soube aproveitar o tempo para crescer como pessoa.
Nesta terra,"ser ancião implica haver vivido uma prolongada existência, encontrar-se ao final de uma longa viagem, talvez bastante cansado. A ancianidade é também tempo de despedidas; as coisas e os afãs vão lhe deixando".
O ancião é o vazio e o inútil para uma civilização saturada de materialismo hedonista. Por isso, quando se escreve perto deles há que dizer, com força, que "não é verdade que os anciãos sejam inúteis ou constituam uma carga difícil de suportar (...) Nos deram muito, quando se encontravam em plena força; nos dão agora, no acaso de sua vida, com sua presença venerável, com seu sofrimento silencioso, com sua palavra acolhedora.
"Privar à humanidade dos anciãos, seria tão bárbaro como privá-la das crianças".
Mas esta sociedade bem estável e permissiva está disposta a privar-se de uns e de outros.
O ancião é testemunha do passado. Portanto, de um valor incalculável para recuperar, em cada família, heranças espirituais perdidas. As heranças das melhores biografias de outras gerações dessa mesma família.
É assombroso ver o pouco interesse que há, em muitos lugares, por saber algo mais dos melhores antepassados. Os avós mais velhos poderiam dar-nos alguma notícia deles, isto é, de seus avós. E assim, além disso, eles seriam menos protagonistas e mais testemunhas.
Na realidade, "a vida dos anciãos ajuda a esclarecer a escala de valores humanos; faz ver a continuidade das gerações e de maneira maravilhosa a interdependência do Povo de Deus. Os anciãos têm além disso, o carisma de romper as barreiras entre as gerações antes de que se consolidem".
Desde a orientação familiar, se lhes pode ajudar aos avós mais velhos "a descobrir e a valorizar as incumbências dos anciãos na comunidade civil e eclesial, e em particular na família", citando palavras de João Paulo II.
Por outro lado, são inspiradores da sabedoria para os jovens e para o futuro. Isso ocorre, realmente, quando forem capazes de superar as diferentes crises, que se dão, na vida humana, entre fase e fase, e alcançarem a fase vital do homem sábio, daquele que sabe que tem, superada a crise do desprendimento. E além disso, não foram marginalizados da vida familiar de seus descendentes.
Desde a orientação familiar, se pode fazer muito, a este respeito, com os avós mais velhos, com seus filhos, com suas noras e genros, com seus netos, para que eles possam unir dois tempos - às vezes, bem longe -: o passado e o futuro, no presente de sua família extensa.
E os avós jovens?
Com respeito a isso, podemos dizer que estamos treinando uma nova geração de avós:
OS AVÓS DO SÉCULO XXI
Para então serão avós mais velhos. Hoje, são todavia:
- ATIVOS
- TRABALHADORES
- JOVENS DE ESPÍRITO
- COM MAIS TEMPO LIVRE, TALVEZ
- COM GRANDE EXPERIÊNCIA
- COM ILUSÃO
- CAPAZES DE SEGUIR APRENDENDO
Capazes de aprender a ser avós. E considerando esta aprendizagem com uma nova ilusão, como um voltar a começar para seguir a abertura, em uma sociedade que todos necessitamos.
Ocorre, com certa freqüência, que as famílias fundadas por seus filhos são diferentes à sua:
- trabalham os dois fora de casa;
- não têm pessoas que lhes ajudem;
- costumam andar sem tempo.
Mas também têm filhos - às vezes muitos filhos - e têm o direito e dever de educá-los. É verdade que devem viver sua própria vida familiar, sem interferências, sem intromissões, mas também é certo que vivem em uma sociedade que deveria ajudar-lhes. E os avós formam parte dessa sociedade.
Tudo o que chegaram a ser estes avós jovens podem canalizá-lo em benefício de outros: de sua própria família, da sociedade na qual vivem.
Às vezes, se ocuparão diretamente de seus netos, nem tanto para uma ação educativa como para uma ação cultural, certo que são os primeiros responsáveis na função familiar de:
CONSERVAR E TRANSMITIR VALORES DO ESPÍRITO
Com freqüência, continuarão ocupando-se de seus filhos, porque continuam sendo seus filhos, ainda que esteje já casados, ainda que sejam pais, porque a responsabilidade paterna ou materna não desaparece enquanto os filhos vivam nesta terra.
Desde a orientação familiar, os avós podem ajudar - jovens ou velhos - a ver o muito que podem fazer e o pouco que não devem fazer.
Podem ajudá-los a ver que um de seus objetivos consiste, sem dúvida, em:
-ampliar a visão familiar das gerações.
Se lhes ajudará a descobrir que:
- ser avô jovem é começar a aprender a dar como avô, harmonizando o material e o imaterial desse dar;
- ser avô jovem é também começar a aprender a receber como avô. Será, sobretudo, um receber inmaterial, mais ou menos esperado, para dar mais.
Por tudo isso, é uma lástima que muitos avós jovens não busquem orientação ou assessoramento para começar a sê-lo.
E é uma pena que muitas culturas, "especialmente como conseqüência de um desordenado desenvolvimento industrial e urbanístico, tenham levado e continuam levando aos anciãos a formas inaceitáveis de marginalização, que são fonte às vezes de fortes sofrimentos para eles mesmos e de empobrecimento espiritual para tantas famílias".
OS AVÓS JOVENS DEVEM APRENDER A SER AVÓS DO SÉCULO XXI
Oliveros F. Otero & Fernando Corominas
DIA DO IDOSO - 27 de setembro
Nesta data homenageamos a 3ª Idade, a maravilhosa idade da sabedoria, das experiências vividas e do amor desprendido dos avós.
Aprenda a curtir seus Anos Dourados
Idoso é quem tem o privilégio de viver uma longa vida... velho é quem perdeu a jovialidade.
A idade causa a degenerescência das células... a velhice causa a degenerescência do espírito.
Você é idoso quando sonha... você é velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende... você é velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando se exercita... você é velho quando somente descansa.
Você é idoso quando tem planos... você é velho quando só tem saudades.
Para o idoso a vida se renova a cada dia que começa... para o velho a vida se acaba a cada noite que termina.
Para o idoso o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida... para os velhos todos os dias parecem o último de uma longa jornada.
Para o idoso o calendário está repleto de amanhãs... para o velho o calendário só tem ontens.
Que você, quando idoso, viva uma vida longa, mas que nunca fique velho.
Fonte: Particip-Ação, jornal da comunidade São Carlos Borromeu, Ago/Set/Out.2002
A alimentação do idoso merece atenção especial
Dia 27 de setembro (hoje) é o Dia Nacional do Idoso, criado para refletir a respeito da situação do idoso no país, seus direitos e dificuldades. No Brasil, assim como no restante do mundo, a tendência é que a porcentagem de idosos aumente ainda mais, isto ocorre devido aos avanços na medicina e melhorias nas condições de vida das pessoas.
Neste contexto, a dieta é fundamental para que nos tornemos idosos saudáveis e também para que o idoso possa ter uma melhor qualidade de vida, auxiliando no controle de enfermidades como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, entre outras.
Diversos fatores podem influenciar na qualidade da dieta dos idosos, algumas mudanças são naturais decorrentes do envelhecimento:
Redução da sensibilidade ao gosto, cheiro e até diminuição da capacidade auditiva e visual podem prejudicar a alimentação do idoso. Muitas vezes ele acaba salgando ou adoçando demais a comida, por conta desta perda de sensibilidade, o que pode ser prejudicial a saúde. Neste caso a solução é abusar dos temperos naturais (alho, cebola, cebolinha, salsinha, coentro, tomilho, manjericão, etc) para dar mais sabor aos alimentos sem causar danos à saúde.
Diminuição da secreção salivar (que pode ser causada pela medicação) e dificuldades de mastigação (devido ao uso de próteses ou ausência de dentes), podem levar a uma ingestão insuficiente de energia e nutrientes. Neste caso as alternativas são alimentos mais macios: sopas de legumes, purês, frutas amassadas, carne moída ou desfiada, sempre com variedade.
Diminuição da secreção gástrica: ocasiona menor absorção de cálcio e ferro, facilita o crescimento bacteriano, pode levar à dificuldades na digestão de gorduras e na absorção de vitamina B12. Isto pode ser contornado pelo oferta de refeições menores e mais frequentes, que podem ser mais facilmente digeridas.
A motilidade intestinal diminui, o que pode levar à constipação e sensação de estufamento e flatulência. Isto pode ser suavizado pela correta oferta de fibras e líquidos.
Idosos geralmente ingerem menos líquidos, seja pela diminuição da sensação de sede, seja pela diminuição da oferta, quando esta é feita por outras pessoas. Esta baixa ingestão hídrica pode levar à desidratação e agravar o quadro de constipação.
A alimentação do idoso não precisa ser sem cor e sem sabor, ao contrário, alimentos coloridos, variados e saborosos podem ser uma forma de estimular um dieta saudável. O ambiente também é muito importante: uma mesa bem arrumada, uma cadeira confortável e a companhia dos parentes podem ser um grande estimulo para que o idoso se alimente de forma a atingir as suas necessidades nutricionais.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
RESPEITO NÃO TEM A VER COM IDADE.
"Idosos amando"
Estudo indica aumento em atividade sexual de idosos
Pesquisa entrevistou cerca de 1,5 mil idosos com mais de 70 anos em 3 décadas.
As pessoas com mais de 70 anos têm uma vida sexual mais ativa e sentem mais prazer com sua atividade sexual do que os idosos há 30 anos, sugere uma pesquisa realizada com idosos na Suécia.
A sondagem entrevistou cerca de 1,5 mil idosos de ambos os sexos, em períodos diferentes - entre 1971 e 1972, 1976 e 1977, 1992-3 e 2000-1. Os pesquisadores questionaram os participantes sobre vários aspectos da vida sexual como satisfação, atividade e problemas sexuais.
Segundo os resultados, publicados na revista científica British Medical Journal, no decorrer dos últimos 30 anos constatou-se um aumento no número de idosos que relataram ter uma vida sexual ativa.
Entre os homens casados, 52% dos entrevistados no início da década de 70 disseram ter vida sexual ativa. Em 2000, o índice nesse grupo foi de 68%.
No caso das mulheres casadas, o aumento foi de 38% para 56%. O aumento também foi observado entre os solteiros, de 30% para 54% e de 0,8 ponto percentual para 12% entre as solteiras.
Satisfação
O estudo ressalta ainda que houve um aumento na satisfação das mulheres com a vida sexual - mais idosas afirmaram que têm orgasmo durante a relação e menos mulheres relataram nunca terem tido um orgasmo.
Entre os homens, em contrapartida, os autores observaram uma redução no prazer. Segundo os autores, isso pode ser causado porque, com o tempo, se tornou mais aceitável admitir "fracasso" nas relações sexuais.
A pesquisa aponta também que o número de homens com problemas de ereção diminuiu, enquanto aumentou a quantidade de idosos com problemas de ejaculação. A proporção que sofre de ejaculação precoce não foi alterada.
De acordo com o estudo, tanto os homens quanto as mulheres culpam os homens quando o casal pára de ter relações sexuais, o que reforça análises feitas em estudos anteriores.
"Nosso estudo mostra que os mais velhos consideram a atividade sexual e seus prazeres como uma parte natural da vida idosa", dizem os autores, da Universidade de Gotemburgo.
Gerações
Para a professora Peggy Kleinplatz, da Universidade de Ottawa, no Canadá, o estudo reforça o papel positivo da vida sexual para as pessoas com mais de 70 anos e é uma contribuição bem-vinda para a limitada literatura sobre o comportamento sexual dos idosos.
Kleinplatz espera que a pesquisa ressalte a necessidade de os médicos serem treinados a perguntar a todos os pacientes, independente da idade, sobre questões relacionadas ao sexo.
Petra Boyton, especialista em psicologia do sexo e relacionamento da University College, em Londres, comenta os resultados da pesquisa e afirma que é importante lembrar que uma pessoa que fez 70 anos no ano 2000 teria sido influenciada pelas atitudes sexuais mais livres das décadas de 60 e 70.
Além disso, ela sugere que esses idosos poderiam ser mais saudáveis e em forma do que aqueles que completaram 70 anos em períodos anteriores a 2000.
"Ainda temos o estereótipo dos idosos com suas bengalas, que não poderiam ter uma vida sexual ativa. Mas este não é o caso", afirma a especialista.
Boyton faz ainda outra ressalva com relação aos resultados da pesquisa.
Segundo ela, o estudo não registrou a freqüência com que os entrevistados mantinham relação sexual, apenas se eles tinham uma vida sexual ativa. Além disso, os pesquisadores levaram em conta apenas o sexo que envolve penetração, ao invés de considerar também outras formas de sexo, que podem ser preferidos por pessoas mais velhas.
"Fico preocupada de que estes resultados possam ser interpretados de uma forma que possa sugerir que se você não está fazendo sexo aos 70 anos, você está fazendo algo errado", disse.
"Ainda há várias pessoas que optam por não ter relações sexuais", concluiu Boyton.
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